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Sou Mais Eu...

Sou Mais Eu...

29.04.16

Mais uma peça de roupa...

soumaiseu

... para o Estendal do Dia da Mãe. Em cima da hora foi preciso ajudar uma amiga aflita que se diz sem jeito para fazer estas coisas. Então juntamos as ideias dela e a minha habilidade e saíram umas calças para o menino Afonso, meu sobrinho adoptado, feitas em goma eva aveludada e feltro. O Afonsinho gostou! Eu acho que estão o máximo! E vocês? Que acham?

IMG_20160428_185703.jpg

 

27.04.16

Mais um trabalho extra...

soumaiseu

Desta vez pediram-nos para fazer em papel uma peça de roupa para pendurarmos no estendal do Dia da Mãe lá na escolinha da Rita e escrevermos uma frase sob o tema "Ser mãe é..." Ora sendo eu mãe de uma menina quis fazer uma saia de folhos... A petiz escolheu as cores, desenhou a gosto as tiras de papel de seda e... não foram bem folhos "folhos"  que me saíram das mãos mas uma espécie de folhos de pregas... O resultado foi este:

IMG_20160427_231856.jpg

Que acham? Não são bem folhos "folhos" mas até que ficou gira!

27.04.16

Actuações!

soumaiseu

A pedido de muitas famílias (e para irritar só mais um bocadinho) cá fica a listagem das datas em que o Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Concelho  de Cinfães andará na rua a dar um ar da sua graça...

14 ou 15 de Maio (sábado ou domingo):

2º Encontro do Associativismo e Regionalismo da Cidade de Lisboa, Alameda D. Afonso Henriques (dia concreto e hora ainda a confirmar). 

21 Maio (sábado):

Festival de Folclore de Faifa, Bairro da Madre Deus (junto à Mata), Marvila, pelas 15.30h.

29 de Maio (domingo):

IX Grande Festa Folclore e Amizade (Radio Íris), Vila Franca de Xira - Parque do Cevadeiro, pelas 15 h.

04 de Junho (sábado):

  • Marvila (local concreto por confirmar), pelas 16h.
  • Festival de Folclore do Catujal, Unhos, pelas 21h. 

05 de Junho (domingo):

Aniversário da Casa do Concelho de Cinfães (entrada reservada a sócios e familiares), pela tarde. 

02 de Julho (sábado):

  • Tarde de Folclore, Igreja de Santa Beatriz, Chelas, pelas 15h. 
  • Festival de Folclore em Frielas, Loures, pelas 21h.

03 de Julho (domingo):

Actuação numa associação em S. Marcos, Sintra-Cacém, pelas 15h.

25 de Setembro (domingo):

Feira de tradições Cinfanenses (local ainda a designar).

 

E pronto cá fica! Este ano espera-nos um verão cheiinho de "trabalho", para já muitas actuações, alguns fins de semana em cheio, algumas à noite (que o pessoal adora porque tem logo outro encanto), e muitas ainda estarão certamente por vir. Isto conciliado com as nossas actividades pessoais dá uma grande confusão (digo-vos por exemplo que para mim o fim de semana de 04 e 05 de Junho vai ser de cortar os pulsos, para além destas 3 actuações ainda vou ter de conjugar com o Sarau de ginástica da Rita e os respectivos ensaios)... Seja como for que corre por gosto não cansa, já dizia a minha Avó! Venham de lá mais! Mais nunca é demais! 

20.04.16

O meu novo amigo...

soumaiseu

É este: 

images.jpg

Da Sylver Crest (marca do Lidl) por dois motivos: já tenho uma máquina de fazer pão desta marca que funciona que é um regalo e comparativamente com outros que por aí há à venda no mercado o preço é muito simpático. 

Uso-o para tudo, picar cebola e alho para refogados, cortar legumes para sopas e saladas, fazer batidos e sumos de fruta, bater claras, fazer bolos....

É rápido, prático e poupo a minha mão (tenho um problema no canal cárpico da mão direita que de vez em quando me deixa KO, ando nessa fase).  A culpa é do Sr. Jamie Oliver, no programa de receitas em 15 minutos ele passava a vida a dizer que tínhamos de arranjar um "Food Processor"... pronto, o marido fez-lhe a vontade e arranjou-me um amigo novo! 

20.04.16

O gatinho...

soumaiseu

Deixo-vos uma história fresquinha, que ocorreu hoje de manhã e me deixou com um sorriso nos lábios e o coração quente.

Ia eu no carro com o marido a caminho de uma consulta de optometria quando ele pára, ele e mais um táxi que ia à nossa frente. Na estrada, em cima da passadeira um carro, com uma mão cheia de adultos de roda dele todos de rabo alçado a espreitar para debaixo do carro de onde corria um liquido. Pensei que tivesse avariado, mas reparei que alguns deles tinham na mão garrafas de água vazias. Enquanto a maioria continuava a rodear o carro ora por este ora por aquele lado, um ou outro abrandavam o trânsito, não fosse o pior acontecer... e foi aí que eu o vi. Um gatinho preto, bebé, todo molhado. Eu que já tinha aberto a janela entretanto percebi pelos comentários que o gatinho se tinha escondido no motor do carro. Abriam agora o capôt do motor para o tentar tirar de lá e provavelmente tinham-no molhado para o fazer sair do esconderijo. Fiquei com vontade de ir ajudar mas o marido queria era despachar-se e por isso a minha vontade ficou por ali. Contudo fiquei contente por aquele gatinho, aos olhos de muitos aquela gente podia parecer louca, mas tinham a melhor das intenções, tenho a certeza que se se estavam a dar ao trabalho de o tirar dali certamente não seria para voltarem a deixar o gatinho entregue ao seu destino. Claro que não! Ainda há gente boa! Ainda há quem se preocupe! É esta gente que faz o nosso mundo um lugar melhor! 

18.04.16

Ritanhês!

soumaiseu

No carro, eu e o pai tagarelávamos sobre a nossa adolescência, o que fazíamos, como era, por aí...

Rita - Quando quiserem falar dos vossos antepassados por favor arranjem-me um balde de pipocas...

Pai - Para quê? 

Rita - É para ver o filme todo sem me aborrecer...

 

Conversa entre a Rita e os avós:

Avó - Não gosto nada deste novo programa da Teresa Guilherme... até tem bolinha no canto e tudo!

Rita - Oh, Vó! A bolinha do canto não tem mal nenhum, quer dizer que tem cenas agressivas, violentas ou com muito sangue...

Avó - E outras coisas também...

Rita - Eu sei! São as coisas do amor...

Avó - Amor? Que amor?

Rita - Aquele das novelas, quando as pessoas andam encaracoladas umas nas outras...

Avó - Amor é o que tu tens pela mãe...

Rita - Não é não! É diferente... Tu casaste com o avô por amor!

Avó - Não casei não....

Rita - Mas devias! Então para que é que casaste?

Diz o avô que até ao momento estava caladinho a admirar a conversa:

Avô - Eu prometi-lhe uma saia....

Rita - (Virando-se para a avó com ar indignado) Ah! Interesseira!  Não tens vergonha? ....

14.04.16

Hoje falo-vos da Zélia...

soumaiseu

Surpresa Zélia! É hoje que vou falar de ti... 

Quem é a Zélia? - perguntam vocês. Bem, a Zélia é uma amiga. É uma amiga que ficou pelo seu valor. Pela sua força. A Zélia é a acordeonista do nosso Rancho e é cega. Nasceu assim, sem essa capacidade que para nós é tão necessária e vital. A Zélia não vê. Mas toca como ninguém, usa os seus ouvidos para captar a beleza do que a rodeia. Basta um som, um acorde, um assobiar, um traulitar... A Zélia sem ver vê mais do que nós vemos com a nossa visão tão "imprescindível". E vive intensamente porque ela sabe que a vida é uma dádiva e há que goza-la enquanto podemos. Tem uma voz característica. Um tanto forte, mas melodiosa e com um sorriso sempre constante. Uma presença impossível de ignorar. Entre nós ela não é a coitadinha, é uma de nós. Quem a vê pela primeira vez depressa percebe que de coitadinha ela não tem nada. Trabalha. É telefonista. E segue o meu blog em silêncio. Já sei que no sábado quererá conversar comigo sobre o que escrevo porque está sempre atenta ao que por aqui se passa. 

Mas porque é que eu vos falo da Zélia? Porque me apetecia há imenso tempo fazê-lo. Porque há pessoas que nos ensinam muito e privar com elas é um privilégio. Porque enquanto uns se fazem de desgraçadinhos e se encolhem num nicho escuro outros há que se fazem à estrada mesmo quando o percurso é "escuro". A Zélia não vê literalmente nenhuma luz ao fundo do túnel mas sabe que está lá... Nada a pára, nada a demove. É esta a nossa Zélia! Que bom fazeres parte das nossas vidas! Beijo grande....

13.04.16

Ritanhês: o Dia do Beijo...

soumaiseu

Logo pela manhã ataco a minha petiz com beijos para a acordar e sussurro-lhe ao ouvido:

- Sabes que hoje é o dia do beijo?

- Ai é? Beijinhos... ai, ai! Tão bom! Hoje vai ser um dia de miminhos, vou-me fartar de pedir beijinhos! A muita gente! A avó vai gostar... vou pedir ao Papá, a ti... Beijinhos de Mamã... tão bom... ai,ai!

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(Imagem daqui)

Beijem muito, amem mais!

Feliz dia do Beijo! 

12.04.16

Gentes...

soumaiseu

Nas férias da Páscoa cruzei-me com uma senhora cega já com os seus 65/70 anos que muito provavelmente tinha cegado recentemente. Ia eu a conduzir o carro a caminho da casa dos meus pais quando, numa rua bastante larga, vejo uma senhora forte, de bengala de cego na mão, no centro da estrada, a descer por ali abaixo como se fosse um enorme passeio. Um carro que vinha no sentido contrário aproximou-se dela com cuidado e percebi pela sua reacção que provavelmente o condutor a deve ter alertado para o facto de estar no meio da estrada. Disse à minha filha que estava comigo "Vou parar e vou ajudar aquela senhora...". Parei o carro em segunda fila mas não cheguei a sair de dentro dele porque entretanto a senhora já vinha na minha direcção. Optei por esperar que ela chegasse ao passeio. Quando se cruzou comigo deu uma traulitada no meu retrovisor entortando-o. Da boca saiu-lhe uma resmunguice ordinária por estar um carro parado ali no meio... Perguntei-lhe se queria que a ajudasse a ir para o passeio. Com uma voz forte equivalente ao seu ar grande e rude respondeu-me que não era preciso, "... vou só ali ao café." O café ficava dois quarteirões abaixo. Não me agradeceu e seguiu o seu caminho. Fiquei com pena e ao mesmo tempo irritada. Aquela mulher recusou a minha ajuda. A sua teimosia parece-me ser o seu grande motor, é aquilo que provavelmente a faz avançar. Cega, teria tudo para ser uma coitadinha, mas parece-me que acontece precisamente o contrário. Tenho-me lembrado dela muitas vezes. Se nós tivéssemos pelos menos um pouco da sua resistência e força de vida tudo seria muito mais fácil. Ou não. Se calhar não seria mais fácil mas pelo menos estaríamos focados em nós próprios em vez de andarmos a escravizar os outros em nosso beneficio...

- Mamã, a senhora nem te agradeceu... podia pelo menos ter-te dito obrigada. Quer dizer paraste o carro para a ajudar, entortou-te o espelho e ainda disse um palavrão, e nem te agradeceu...

- Ritinha, não faz mal! Fiz o que achei que devia ser feito, achei que podia ajudar. O que importa é agirmos de acordo com aquilo que sentimos. Eu fiz a minha parte. O ela não ter aceitado a minha ajuda é um problema dela... não meu. Vamos ter com os avós? 

- Vamos!

 

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