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Sou Mais Eu...

Sou Mais Eu...

13.05.08

À minha amiga Isabel... Obrigada!

soumaiseu

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Gosto de Gárgulas!

Não me perguntem porquê! Gosto simplesmente! A pancada existe desde miúda por causa de uns desenhos animados que davam na televisão (durante a noite as Gárgulas de um determinado monumento - já não me lembro qual - ganhavam vida e iam vingar os injustiçados...) Piorou quando há já alguns anos fui a Paris passar uns dias! Fiquei maravilhada com aqueles bichos tão feios mas tão bestiais! Acabei por comprar uma e trouxe-a como "recuerdo".

E porque o saber nunca ocupa lugar aqui ficam algumas curiosidades sobre Gárgulas que a minha AMIGA ISABEL gentilmente me enviou, e de quem tenho muitas saudades!

 

Na arquitectura, as Gárgulas são desaguadouros, ou seja, são a parte saliente das calhas de telhados que se destina a escoar águas pluviais a certa distância da parede e que, especialmente na Idade Média, eram ornadas com figuras monstruosas, humanas ou animalescas, comumente presentes na arquitetura gótica. O termo tem originem no francês gargouille, originado de gargalo ou garganta, em Latim gurgulio, gula,. Palavras similares derivam da raíz gar, engolir, a palavra representando o gorgulhante som da água; em italiano: doccione; alemão: Ausguss, Wasserspeier.

Acreditava-se que as Gárgulas eram os guardiões das catedrais e que durante a noite, ganhavam vida. (Já percebi de onde vieram os desenhos animados...)

Apesar da maioria ser figuras grotescas, o termo Gárgula inclui todo o tipo de imagem. Algumas Gárgulas são esculpidas como monges, outras combinando animais reais e pessoas, e muitas são cómicas.

Na ficção contemporânea, as Gárgulas são tipicamente representadas como uma (geralmente) raça humanóide alada como características demoníacas (geralmente chifres, rabo, garras, e podem ou não ter bicos). Gárgulas podem geralmente usar suas asas para voar ou planar, e muitas vezes são representadas tendo uma pele rochosa, ou sendo capazes de se transformar em pedra de um jeito ou de outro, uma referência as suas origens de esculturas.

Na série em quadrinhos Homem-Aranha, Peter Parker tem uma estátua de Gárgula favorita, que ele chamou de "Bruce". Peter ás vezes conversa com ela quando em contemplação.

 

E porque a culpa é toda de Paris e da sua Catedral de Notre Dame:

 

A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Paris, na pequena ilha Île de la Cité em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena. A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da sociedade da altura, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contacto e ascensão espiritual. A arquitectura gótica é um instrumento poderoso no seio de uma sociedade que vê, no início do século XI, a vida urbana transformar-se a um ritmo acelerado. A cidade ressurge com uma extrema importância no campo político, no campo económico (espelho das crescentes relações comerciais), ascendendo também, por seu lado, a burguesia endinheirada e a influência do clero urbano. Resultado disto é uma substituição também das necessidades de construção religiosa fora das cidades, nas comunidades monásticas rurais, pelo novo símbolo da prosperidade citadina, a catedral gótica. E como reposta à procura de uma nova dignidade crescente no seio de França, surge a Catedral de Notre-Dame de Paris.

 

E mais não digo!

12.05.08

Dia da Mãe!

soumaiseu

Sim! Eu sei que já foi! Estou atrasada...

 Mas estive a ver os meus E-mails e descobri um mail que a Dodot me enviou pelo Dia da mãe! Lindo! Não consegui copiá-lo para aqui - a coisa desta vez não me correu bem! Deixo-vos o texto.... Se quiserem ver a versão Dodot completa com todos os bonequinhos a que têm direito é só aceder a http://www.dodot.com/mailing/pt/diamadre08/www_mail.html.

 

 

 

"Mamã quero Agradecer-te!

 

* Porque te habituaste a andar sempre com uma nódoa minha de presente.

* Por passares noites acordada ao meu lado e continuares a ser a mamã mais bonita do mundo.

* Porque me contas a história que me leste mais de mil vezes com a mesma emoção.

* Porque conheces o meu quarto de cor para entrares às apalpadelas de noite e acalmares-me com um beijo.

* Porque deixaste espaço na tua mala para também levares as
minhas coisas.

* Porque fazes desaparecer o meu boneco preferido num dia e, no dia seguinte, aparece mais limpinho do que nunca.

* Porque continuas a cozinhar os pratos mais deliciosos para mim, mesmo sabendo que acabarão por voar para todo o lado.

*Porque, quando está frio, não te cansas de me pôr o gorro cada vez que o tiro.

* Porque me deixas invadir a sala com os meus brinquedos de mil cores.

* Porque deixaste de pensar em ti para pensares nos em nós.

 

Adoro-te Mamã. Feliz Dia da Mãe!"

 

Que atire a primeira pedra que não se identifica com estas simples frases.

10.05.08

Ao Pedrocas!

soumaiseu

               

 

 

P orque queriamos um Anjo nas nossas vidas

E speramos ansiosamente que Deus ouvisse as nossas preces.

D entro dos nossos corações construimos um berço de ouro

R echeado de carinho e muito, muito amor,

O nde te reclinas sempre que precisas de um colo protector

 

 

Um beijo repenicado da Tia São

 

 

 

 

09.05.08

Espiritualidade

soumaiseu

 

                    

 

Hoje vou falar de Deus!

Não sob a forma de sermão secante até desesperar, mas vou falar de Deus na primeira pessoa.

?????? Como?  

Cá vai: fui educada na religião católica, fiz a Catequese e todas as cerimónias que a mesma implica. Mas comecei desde muito cedo a questionar todos os dogmas que me foram ensinados.... mais uma vez a minha avó foi responsável por esta situação porque cresci a ouvi-la contar uma história veridica que se passou com ela num tempo em que a fome era a sua melhor companheira. Era ela miúda, o Senhor Padre chamou-lhe a atenção para o facto de ter roubado um bocado de pão para comer, porque roubar era pecado. Contudo, a mesma atitude foi levada a cabo pela filha do mais rico da aldeia, mas com a desculpa que o pão se destinava aos pobres.... e assim o pecado desaparecia... Cresci a questionar-me que Deus era este que nos obrigava a ir à Igreja, e que tinha duas medidas para cada situação.... Que Deus era este que dava o perdão aquelas velhas beatas que passavam os seus últimos dias enfiadas na Igreja como se fossem ratos de Sacristia, mas que no Adro da aldeia destruiam a vida dos outros com tamanha perícia. Que gente era aquela que não era capaz de estender uma côdea de pão a um pobre animal faminto.... Tudo isto me fazia muita confusão! Aquele não era um Deus que me agradasse, não era o Deus que eu queria para mim! Cresci a ir escassamente à Igreja, tal como a minha avó só lá ia nos dias de festa. E fui desenvolvendo a minha própria espiritualidade. Acredito em Deus mas nos meus moldes. Acredito num Deus mais justo. O meu Deus é misiricordioso infinitamente. Para mim ir á Igreja nunca deve ser uma obrigação e por isso só lá vou quando sinto necessidade de o fazer. Gosto de lá ir quando não está lá ninguém...  Deus tem vindo a puxar-me cada vez mais para junto dele.... desde que nasceu a Rita sinto-me profundamente agradecida pela dádiva que me deu. Pela menina linda e inteligente que é! Por tudo o que passei durante a gravidez, hoje sei que Deus esteve sempre ao meu lado, dando-me a força necessária para erguer a minha cabeça as vezes que foram necessárias. Hoje agradeço a Deus a vida que tenho. A minha familia. Os meus amigos, a minha Rita.

E hoje tenho a certeza: posso não ir à missa todos os domingos,

mas o meu Deus está sempre comigo.

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