Lilypie Kids Birthday tickers
Sexta-feira, 7 de Julho de 2017

Ainda sobre o Baile de Finalistas...

Passei 4 anos da minha vida a "conviver" com as mães dos colegas da minha filha. E usei aspas de propósito porque com algumas a "convivência" não passava de um "Olá, bom dia! Tudo bem?", às vezes lá perguntávamos pelos testes. "Então João, o teste? Então Afonso? E a ti Rodrigo? E tu Leonor?". Quando se têm uma filha que não quer ir a todas as festas de aniversário dos colegas não é fácil... Com algumas mães a coisas proporcionou-se muito mais próxima. Algumas eu já conhecia da pré-escola, umas passaram-me completa e totalmente ao lado, outras nem tanto. Mas voltando ao Baile. Ao concordar com o evento vi-me evolvida num grupo de mães elétricas, cheias de amor pelos seus rebentos, prontas para dar mais do que o litro. O Whatsapp não parava de telintar. Às vezes quando ia ver era só um "Bom dia" cheio de Imoji's sorridentes e bem dispostos. As que eu não conhecia tão bem revelaram-se pessoas muito especiais. Mães "muita malucas" como elas próprias se definiram. Gente que se uniu em prol de um objetivo comum: fazer sorrir os nossos filhos. Os miúdos vão ser separados. O grosso deles vão todos para a mesma escola mas ainda assim serão colocados em turmas diferentes. Seja como for a união que as mães estabeleceram entre elas já alastrou aos petizes. A Rita criou "Os fixes", um grupo no Whatsapp com todos os colegas de turma. Atrás dela outros grupos foram criados por outros colegas. O meu Whasapp acalmou com a "telintadeira" mas o da minha filha está ao rubro... Mães, a maioria de vocês não sabe da existência deste blog e por isso não lerá as minhas palavras, ainda assim deixem-me dizer-vos que foi um enorme prazer  privar com vocês. Mais do que 5 estrelas vocês são todo o céu estrelado e é para mim um orgulho pode fazer parte desse mesmo céu. Por tudo o que fizemos pelos nossos filhos e  a todas nós: um muito obrigada! 

sinto-me: Orgulhosa de nós!
publicado por soumaiseu às 10:38

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Quarta-feira, 26 de Abril de 2017

O mendigo.

Por cá temos um novo habitante. Montou o estaminé debaixo de uma ponte aqui perto. Tem uma mão cheia de cães, de vários portes e feitios, mas todos eles arraçados de Pitbull. O que para já não me assusta. Aqui há tempos cruzei-me com ele à porta do supermercado onde costuma estar a pedir. Meti-me com os cães, fiz-lhe festas. Contou-me que os apanha na rua quando são abandonados. São animais dóceis, meigos, e incrivelmente bem tratados. Pelo menos aparentemente.  Não lhe dei esmola e ele também não ma pediu. Passado algum tempo cruzou-se comigo nas ruas da vila, deu-me os bons dias de forma muito educada "Bom dia minha senhora, como está?" Quem estava comigo, curiosamente um elemento do nosso rancho, perguntou-me logo "A São conhece? Tem tão mau aspeto!" E é isto que me preocupa, o preconceito do povo daqui, povo que vai a Missa se calhar todos os dias mas que não tem compaixão do próximo nem é capaz de um ato de caridade. Hoje apanhei uma senhora a correr com ele da porta do supermercado. E o único argumento que o mendigo usava era "Eu não faço mal a ninguém", sempre de uma forma educada e sem levantar a voz. Lá dentro mais outra, instigada pela primeira que entretanto tinha já feito as suas compras, dizia que no outro dia o tinha ouvido dizer para o ar "Quero ver quem é que hoje não me dá de comer!" Todos nós temos os nossos dias.  Não sou apologista que se sustente este tipo de gente e que se fomente este tipo de vivência, nem sequer sou pessoa de dar esmolas, mas também não é preciso escarnecer deles. Muitas das vezes por detrás desta gente que tanto assusta as beatas locais há historias impressionantes de sofrimento e dor, e nem sempre droga ou vícios ingratos. Quem somos nós para julgar os outros?

sinto-me:
publicado por soumaiseu às 11:36

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Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2016

Depois do...

... meu último post pensei em não fazer nada. Muito sinceramente. Mas não seria correto da minha parte para com vocês, que mesmo não me conhecendo de lado nenhum me estendem a mão e me dão o vosso carinho. E é por isso que aqui estou, não para "rebentar" convosco mas para me explicar. Há momentos da nossa vida em que questionamos tudo. E quanto mais questionamos menos resposta encontramos e mais escuro o túnel se torna. Normalmente é aí que chego ao meu ponto de rotura e que me sinto só. No entanto considero que preciso dessa "solidão" para poder dar a volta para trás. Porque há sempre alguém a quem nos podemos agarrar e no meu caso é a minha filha. A minha vida nos últimos meses não é fácil. Queixei-me tanto por ter os meus pais cá em casa um ano e meio que fui castigada: pela porta entrou-me uma situação bem pior, bem mais difícil de lidar e gerir. Onde tudo me irrita e a demência não me parece ser motivo mais que suficiente para as coisas que vejo fazer à minha volta. Sendo a arrogância e a prepotência o defeito do ser humano que mais me custa suportar, o sogro, que reúne com mestria estes dois atributos, está-se a tornar aos meus olhos num ser muito pouco agradável e difícil de suportar. Não agradece nada do que fazemos por ele, comporta-se como se estive-se "em casa", na sua casa. Está ordinário. Os palavrões não me ofendem a beleza, mas quando são usados constantemente começam a irritar-me, até porque tenho em casa uma criança que não gosto de expor constantemente a este tipo de linguarejar. E a condescendência do filho... isso então ! Quanto me irrita meu Deus! Acata impávido e sereno quase tudo o que o pai diz, faz e quer. E isso tira-me do sério. Não pretendo que ande sempre a discutir com ele, mas considero que regras são fundamentais. Uma reprimenda na hora dos palavrões não lhe faz grande mossa, provavelmente não tem sequer qualquer efeito mas pelo menos não pactuamos com o seu comportamento. É como ter uma erva daninha num vaso. Pode até ter uma bela folhagem, mas se não a podarmos quando dermos pela conta ela já tomou conta do vaso inteiro enquanto abafa calmamente todas as outras plantas. É isto. Só isto...

sinto-me: A processar...
publicado por soumaiseu às 12:51

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Sexta-feira, 14 de Outubro de 2016

# Angelicalm, # Youzz

Ora sendo eu uma pessoa com sono de passarinho desde que me conheço, durmo mal, acordo de noite N vezes, perco o sono só porque sim, fico acordada 1 hora ou 1 hora e meia a contar ovelhas inexistentes e a tentar arranjar desculpas convincentes que me ponham no sono certo e não na insónia. Angelicalm veio a calhar. Experimentei cheia de vontade que resultasse e descobri que funciona mesmo. Sabe mal, eu pessoalmente não acho o sabor nada agradável, mas faz-me dormir como um anjinho. Não durmo a noite seguida, nem durmo horas infinitas sem acordar. Sabem aquele mito de tomar alguma coisa para dormir à noite e acordar à hora do almoço do dia seguinte? Esqueçam! Angelicalm não faz isso. Mas faz-nos dormir um sono sossegado e reparador, descontraído e fluído. Dormimos bem, a quantidade de horas certas, e acordamos bem dispostos. Funciona. Passou a fazer parte dos meus medicamentos de cabeceira e andará sempre cá por casa para salvar as minhas noites. Dormem mal? Experimentem... Angelicalm Spray: resulta! 

sinto-me: Com sono reparador
publicado por soumaiseu às 11:49

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Sexta-feira, 6 de Maio de 2016

Fofoquices da vida da vizinha...

Ao meu lado mora um casal muito simpático, ele com pinta de indiano, têm dois filhos pequenitos com um ar exótico que são lindos, um com dois anitos e o outro bebé de colo. E tinham um cão. Já não tem. O cão era grande, um Pastor Alemão, que passava os dias fechado no quintal, ia à rua de manhã num passeio relâmpago de 10 minutos e à noite quando o dono chegava. O cão entretinha-se a ladrar a tudo. Ladrava aos gatos que via na janela do vizinho do prédio do lado, ladrava às vizinhas que vinham estender roupa, ladrava-me a mim se me sentia no quintal a fazer as minhas coisas. E roía tudo o que apanhava pela frente. E roupa. Toda a roupa que apanhava pendurada no quintal dos donos era habilmente personalizada. Era um cão meigo. Quando me cruzava com ele no patamar fazia-me queixinhas e recebia o meu carinho com muita alegria. Era um cão visivelmente carente. A dona ia-se lamentando que ele precisava de muito exercício, que com duas crianças pequenas não conseguia dar-lhe a atenção que devia, que ele só queria estar dentro de casa e não podia ser porque lhe deixava pêlos por todo o lado... Contratou-se alguém que levava o cão à rua mais frequentemente. Mas antes disso ainda esteve uma temporada numa escola para cães onde supostamente teria aprendido algumas noções de obediência, esteve lá uns bons meses e quando regressou quanto a mim estava na mesma. Por sugestão minha compraram-lhe uma coleira que dá choques quando o animal ladra e de vez em quando lá vinha a vizinha perguntar-se se o F. ladrava muito durante o dia. Fui franca, sendo eu amante de cães o ladrar deles não me incomoda e o mais certo é que nem nem dê por ele... E um dia destes o cão desapareceu. Soube pela mãe da vizinha que foi levado para uma quinta que eles têm, estava acompanhado por uma cadela mais nova da mesma raça e já não voltaria mais aqui ao prédio. Fiquei com pena. Gosto muito dos meus vizinhos mas não posso deixar de pensar que as pessoas muitas das vezes tratam os cães de uma forma pouco digna. Não consigo perceber que se queira um cão para o ter sempre no quintal, que não se deixe entrar em casa por causa dos pêlos, que se alegue não ter tempo para ele porque se tem duas crianças, que se fique incomodado com o seu ladrar, com o seu odor... Há gente que simplesmente não sabe tratar um animal com o respeito que ele merece. E isso entristece-me! Muito. Porque eu tive o meu cão 14 anos e sempre o tratei com um membro da família. Não percebo como se pode tratar um cão de outra forma. 

sinto-me: Entristecida...
publicado por soumaiseu às 14:27

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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2015

Tatuagens...

Andam por aí umas tatuagens muito esquisitas... no outro dia cruzei-me com uma senhora que tinha umas mãos de esqueleto tatuadas a preto a sair-lhe do decote da roupa, saiam-lhe das mamas e dava a impressão que se deslocavam em direcção ao pescoço, ontem outra senhora tinha uma figura feminina tatuada no braço com os olhos a escorrer sangue, hoje cruzei-me com outra senhora que tinha umas cicatrizes em rosa e branco tatuadas também no colo e no pescoço... Confesso que não sou aficionada de tatuagens, acho-lhes graça mas não as faria em mim porque não me agrada o carácter definitivo da coisa, mas também não me sinto incomodada por quem as tem e até até acho que há tatuagens que são autênticas obras de arte (um amigo meu tem um dragão tatuado no ombro que está um espectáculo). Este tipo de tatuagem gótica parece que está na moda... não me agrada, não! Dá-me arrepios! Mas pronto! Gostos não se discutem e há que respeitar os outros! 

sinto-me: Pensamentos
publicado por soumaiseu às 11:27

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Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

Socorro...

No programa da Cristina Ferreira hoje assassinam-se as músicas do Tony Carreira.... Help! Alguém diz a esta gente que não sabem cantar e que estão a fazer figuras tristes na televisão? É que é cada um pior que o outro...  Onde vão desencantar estes cromos? Oh, God! E agora vão escolher um vencedor.... São todos tão bons que o difícil vai ser escolher! Argh!

sinto-me: Escondida...
publicado por soumaiseu às 12:04

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Terça-feira, 10 de Março de 2015

Elvive Óleo Extraordinário (L'Oréal)

Elvive (10).png

 

A Youzz seleccionou-me para participar em mais uma campanha, desta vez foram os produtos que vêm na imagem, e por isso cá estou eu a cumprir a minha parte do acordo e a dar-vos a minha opinião.

Esta é a 1ª gama de cuidados com óleos extraordinários para cabelos normais e secos. A L'Oréal criou uma fórmula com 6 óleos essenciais que proporciona uma nutrição adaptada às necessidades de todos os cabelos, normais a secos, em especial nas zonas mais danificadas e desidratadas.Testei e tenho usado várias vezes.

O que acho?

Bom, acho excelente... adoro o cheiro (parece que estamos num SPA), deixa o cabelo leve, hidratado, bonito, brilhante, a máscara então, essa é fabulosa!

Pontos negativos: lavar o cabelo com esta gama é uma experiência estranha... sabem o teste do cabelo "guinchar" quando está lavadinho? Aqui não funciona... os óleos agarram à fibra capilar e por isso não há "guinchadelas". No entanto o champô lava em profundidade e depois de seco não há resquícios de qualquer gordura ou oleosidade. Outro ponto negativo: eu tenho couro cabeludo sensível, tendo a fazer comichões se usar diariamente. Isto acontece-me com vários produtos. Passei a lavar o cabelo alternadamente ora com Elvive ora com o champô habitual que eu uso normalmente (e que nunca é o mesmo porque gosto de mudar): problema resolvido! Em suma, gostei, vou passar a usar como complemento ao meu champô habitual porque resulta muito bem, e recomendo... Experimentem!

Ah! E se também quiserem ser Youzzer's só tem de clicar aqui em cima, no canto superior esquerdo!

sinto-me: Bonita!
publicado por soumaiseu às 14:55

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