Lilypie Kids Birthday tickers
Terça-feira, 6 de Setembro de 2016

O cheiro...

Nove meses depois ainda sinto o cheiro dele... ontem foi tão intenso como se estivesse aqui comigo, quase lhe consegui ouvir o arfar... o cheiro a pêlo de cão molhado, suado, quente, se esticasse a mão estava certa de lhe tocar... o nosso cérebro tem destas coisas. Por instantes senti-o, ali, com os seus olhos doces e ternurentos em cima de mim... Sabem do que mais sinto falta? Do seu amor incondicional... Ninguém é capaz de nos amar de uma forma tão incondicional como o nosso cão... Ninguém! 

sinto-me: Nada bem...
publicado por soumaiseu às 15:01

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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2016

Amor a cão....

Ontem o marido foi ao veterinário buscar umas coisas.

- Então? Quando é que arranjam um novo cão? 

- Não... Tão depressa não....

- Nós também dizíamos a mesma coisa (O Dr. Roberto teve de pôr a dormir o próprio cão no dia de Natal), até aparecerem estas (ele tem duas cadelas grandes, enormes, uma Rafeira Alentejana e outra Galga, lindas de morrer! Meiguinhas, uns doces!!!!). Vocês só dizem isso até aparecer alguma desgraça.... 

Ontem fez dois meses que o meu cachorro nos deixou. A questão é que tenho imensa saudades do meu cão. Do seu pelo, do seu cheiro. Sinto falta daquele olhar, do seu olhar. E neste momento nenhum cão me enche as medidas. Só olho para os grandes. Faço montes de festas ao cão do vizinho que é um Pastor Alemão, afago o "Amigo" Labrador do fundo da rua carinhosamente. Mas falta-me aquele toque. Aquele arfar. Um cão preto põe-me invariavelmente os olhos rasos de água e as saudades apertam-me o coração. Ter um cão é a coisa melhor do mundo. Um cão é um ser muito especial que se identifica e completa connosco. É mais do que um animal de estimação, mais do que um amigo próximo ou especial, mais do que um elemento da família. Com um cão não há fingimentos. O laço que se cria entre ele e os seus donos é invisível mas forte como aço. Não há maior ternura do que aquela que vemos nos olhos do nosso cão quando o acariciamos. Amar um cão é algo que nos permitimos ou não fazer, e quando o fazemos perde-los é uma coisa terrível, uma dor muito profunda. Ainda estou de luto. Ainda sinto falta. Ainda choro por ele. Ainda não sou capaz de o substituir... ainda não! E ainda não lavei a capa da chuva.... não sou capaz! 

sinto-me: Ainda triste!
publicado por soumaiseu às 15:07

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Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2016

Ainda o meu cão...

Hoje encontrei na rua uma vizinha das traseiras com quem falo muito bem. Eu até gosto da senhora. Muito correcta, muito simpática. Contei--lhe do cachorro e ela respondeu-me muito rapidamente que já o deviamos ter feito há mais tempo porque "o animal estava muito velho..." Não gostei. Não espero que quem não tem animais perceba a minha dor e a saudade que tenho do meu cão, é preciso tê-los e amá-los verdadeiramente para entender esses sentimentos, mas entristeceu-me o comentário dela porque percebi a facilidade com que as pessoas se descartam dos seus amigos de quatro patas. Apeteceu-me perguntar-lhe quando é que a filha a ia pôr a ela a dormir uma vez que a sua idade já vai também avançada, mas não o fiz. Apesar de tudo é uma boa senhora. Mas fiquei triste. Nós, seres humanos, somos vergonhosos...

sinto-me:
publicado por soumaiseu às 11:56

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Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2015

Dias difíceis...

Não tem sido fáceis os meus dias. Ando aos poucos a levantar-me. Nunca na vida pensei que perder um cão me pudesse afectar de tal maneira, mas a minha vida de há um ano para cá está fora do meu controle e eu sabia de antemão que quando esse dia chegasse seria o meu mote para descompensar... Nunca senti tamanha tristeza, tamanho pesar, tamanha angústia. Para mim o meu cão era família e posso dizer-vos sem sombra de dúvida e sem qualquer receio que nunca chorei tanto por ninguém como por ele. Nunca antes me permiti "descontrolar sentimentalmente". Tem sido difícil. Há um vazio na casa, um excesso de limpeza. Sinto falta de tudo. Sinto falta dos pelos por todo o lado. Ando em modo de auto-controle mas de vez em quando há algo que me acorda a dor, é uma coleira que cai, um peitoral que espreita de dentro do cesto, um tambor de máquina de lavar roupa cheio de pelos negros... ainda não consegui lavar a sua capa da chuva porque ainda tem o seu cheiro, pergunto-me o que farei quando o cheiro desaparecer... E assim vou indo, aos poucos e aos empurrões, certa que um dia tudo ficará melhor... se Deus Quiser! Um dia a minha dor ficará adormecida...

sinto-me: Triste...
publicado por soumaiseu às 18:44

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Sábado, 19 de Dezembro de 2015

Desfecho...

São três da manhã e eu não consigo dormir. Há 9 horas atrás tive de adormecer o meu cão. Foi o melhor para ele mas muito difícil para mim. Por incrível que pareça foi a minha petiz que do alto dos seus tenros oito anos me deu uma grande lição, mantendo a calma e serenidade suficientes enquando eu, mãe, descambava e vinha por ali abaixo. Expliquei-lhe tudo (obrigada Vita C pelo teu apoio, carinho e força) e ela percebeu e aceitou muito bem, chorou o que tinha de chorar e portou-se muito bem à altura da situação. Mas eu não.... Preparei-a a ela, esqueci-me de me preparar a mim. Estou em modo de alerta. Todos os ruídos da casa me fazem lembrar do Doggy. Sinto falta do seu caminhar noturno, do som das suas unhas no chão de madeira, sinto falta do vulto negro deitado no chão que nos obrigava a olhar para baixo para não tropeçarmos nele. A casa ainda cheira a ele e eu não tenho vontade de a lavar. Ainda o oico ladrar. Perdi o meu mais fiel amigo dos últimos 14 anos e meio, o meu Doggy, o meu cão, o meu eterno cachorro. Só quem ama os animais como família consegue entender a minha dor. O meu Doggy não podia ter sido melhor cão do que foi.. Descansa em paz meu pequenino...

sinto-me: Destroçada....
publicado por soumaiseu às 03:09

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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2015

Doggy...

O meu "cachorro". Soubemos ontem que deslocou a anca... uma situação grave que não tem retorno. Estamos a preparar-nos para fazer o pior e o que tem de ser feito... infelizmente. 

sinto-me: Muito mal....
publicado por soumaiseu às 11:28

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Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2015

Más noticias...

O Doggy deixou de andar. Tal como o veterinário disse que iria acontecer muito brevemente. Estava deitado no chão, fez um movimento qualquer manhoso para tentar chegar à comida e pronto, deu cabo dele. Não se mantém em pé nas patas traseiras, tem como que uma perna "esquecida". Para se mexer temos de ajudar, segura-lo por baixo nos quartos traseiros ou usar uma toalha... vamos hoje novamente ao Dr. Roberto supostamente para ele lhe dar uma daquelas injecções maravilha que já não são assim tão maravilha no meu cão, porque em vez dos 10 dias normais no Doggy duram apenas 4 dias... mas digo-vos que estou a ver a minha vida a andar para trás... a ver vamos. Depois dou noticias...

sinto-me: Triste...
publicado por soumaiseu às 13:57

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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2015

Sobre o Doggy...

As melhoras são lentas. O edema pulmonar está estabilizado. Continua a antibiótico, mas está muito cansado. Sendo um cão de 40 quilos (agora que está mais magro) todo e qualquer movimento é complicado e implica um grande esforço. Na sexta-feira voltámos ao veterinário e o Doggy levou mais uma injecção de cortisona que serve para desinflamar as articulações, pois segundo o Dr. Roberto o problema agora são as patas dele que estão a ceder. A perda muscular nas patas e pelo corpo todo todo é notória, até na cabeça, o que faz com que as lágrimas lhe vão escorrendo pelos olhos. Mesmo com a injecção as melhoras são lentas, há alturas em que se consegue levantar sozinho e começa a passear pela casa para desentorpecer as patas, outras em que ladra para nos chamar porque quer que o ajudemos a levantar, às vezes mantém-se de pé, outras em que dá 2/3 passos e se deixa cair... É assim a nossa vida com um cão inteligente, que aos 14 anos aprendeu a fazer xixi no quintal porque sabe que já não consegue descer as escadas do prédio para ir à rua, que é inteligente e que está perfeitamente lúcido, sabe o estado em que está e sofre com isso. No outro dia enquanto olhava para ele chorei... e vi-o esconder a cabeça entre as pernas da cadeira para não ter de olhar para mim, como se estivesse envergonhado.... Uma dor de alma, é o que vos digo. Tão difícil....

sinto-me:
publicado por soumaiseu às 13:13

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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2015

Fé...

É por isto que a minha fé cresce dia após dia e está cada vez mais forte. Ontem estive na Igreja. Em desespero por causa do meu cachorro fui pedir força para ele e para nós. Se tiver que ir que vá em paz e sem sofrimento. Se tiver de ficar que nós tenhamos forças para o mimar até chegar a sua hora. Foi isto. E hoje o cão está francamente melhor. Já bebe água com vontade e o seu apetite voraz está de volta. Já anda o meu cachorro. Todo torto e trôpego, mas já anda sozinho. Claro que o veterinário tem todo o mérito na sua recuperação, mas gosto de pensar que há mais Alguém a zelar por nós! Graças a Deus!

sinto-me: Esperançosa.
publicado por soumaiseu às 11:30

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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2015

Tudo me corre mal...

Acabo de vir do veterinário com o meu cachorro. Dei por ele com tremuras constantes, nariz a pingar e respiração estranha. Diagnóstico: edema pulmonar fruto de uma série de coisas, está constipado, o coração começa a enfraquecer e a perda muscular pelo corpo todo não está a ajudar. "Está para breve..." - disse-me o doutor Roberto - "Vamos fazer antibiótico durante 8 dias, dentro de 48 horas tem de estar melhor... mesmo assim a velhice não perdoa. As articulações estão a ceder e ele vai começar a deixar de andar... nessa altura teremos de tomar uma decisão..." Nem vos digo o estado em que tenho a minha cabeça. O meu cão, aquele que eu escolhi, que me rosnou quando lhe peguei pela primeira vez, que eu alimentei com o marido de 4/4 horas como um primeiro filho... está a aproximar-se a hora em que teremos de o deixar ir. E vai custar muito. Só de pensar nisso já dói... Ó Deus... como dói!

sinto-me: Muito triste....
publicado por soumaiseu às 14:55

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