Lilypie Kids Birthday tickers
Quinta-feira, 16 de Novembro de 2017

Estou de volta...

Andei longe de tudo e de todos. Afastei-me. Todos nós lidamos com os problemas de forma diferente. Eu afasto-me. Escondo-me como um animal ferido. Estes últimos meses foram desgastantes. Quase me perdi. Recuperei 4 quilos da minha dieta. Entrei em guerras frias familiares. Andei por baixo, muitas vezes no fundo do poço. Sem vontade de vir à tona. Triste, chorona e pensativa. Questionei tudo e todos. Questionei os meus amigos e a refiz as minhas amizades. Quando estamos na fossa é incrível ver a quantidade de pessoas que se mantém ao nosso lado: parecem ratos a fugir de uma enxurrada. Questionei o meu casamento, de uma forma como nunca o tinha feito. Entrei em modo de ressentimento e deixei-o envenenar-me o coração. Estive a um passo de... Valeu-me a Carla e as suas questões certeiras no momento certo.  Até que acordei e pensei que raio estou eu a fazer comigo? Ter uma pessoa demente em casa dá cabo de nós. É preciso força constante para nos mantermos à tona. Capacidade de resistência e até mesmo abstração. Ninguém tem ideia de como é esgotante e stressante até ter essa situação entre mãos. O casal tem de remar para o mesmo lado, e acreditem que as correntes são muitas, quando damos pela conta já estamos de costas voltadas e cada um a remar por si. Difícil. Esgotante. Cansativo. Mais: exaustivo. Refiz as minhas prioridades levantei-me e estou de volta. Hoje, passados tantos meses sem vir ao e-mail abro-o para encontrar comentários da Ana: "Tenho saudades de te ler..." E nesse instante tive vontade de voltar ao blog. Porque há gente que mesmo virtualmente, sem nunca nos terem visto nem mais magros nem mais gordos, se mantém connosco. Que se mantém presentes e ao nosso lado. Que de alguma forma se preocupam connosco e sentem a nossa falta. E esses são os que fazem justiça à palavra amizade... Amigos virtuais e tão improváveis....                 

Get ready: I´m back! 

sinto-me: Com força... novamente!
publicado por soumaiseu às 10:16

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Sexta-feira, 4 de Agosto de 2017

Sobre mim...

Todos esperam que eu pife. Que entre em modo de depressão. Todos me perguntam como consigo, como me aguento. Rotulam-me de mulher forte, resistente, rija. Sabem lá alguma coisa sobre mim! Sabem lá o esforço que faço para todos os dias fazer mais um dia. Estou a começar a ceder ao cansaço. Durmo mal e as horas que durmo não são reparadoras. Irrita-me acordar a meio da noite e não conseguir dormir, mesmo que o Explorador nada tenha a ver com isso. Não tenho paciência para arrumar a casa. Estou farta de passar os meus dias a limpar e a arrumar aquilo que os outros sujam e deixam desarrumado. Não tenho paciência para convívios sociais. Até o Rancho passou a ser um frete. Olho para a minha vida e não a reconheço. Não foi este o modo de viver que eu construi para mim. Não foi esta a forma de estar na vida que eu idealizei. Não reconheço o meu marido, não me reconheço a mim. O que é que eu faço por mim? Nada... O que faço pelos outros? Tenho mesmo de responder? O que é que os outros fazem por mim? Pois é... As minhas únicas alegrias são a minha filha, a cadela e as gatas... Ando em piloto automático. Alguns dir-me-ão que estou a precisar de férias. A esses eu respondo que não gozem comigo. Outros vão-me dizer que bem me avisaram e que eu estou finalmente a ceder. E eu respondo-lhes "Queriam! Essa alegria não vos dou eu!". E os que me conhecem bem entendem que estou sim a passar por mais uma fase negra, mais um daqueles períodos em que tudo perde o brilho. Esses sabem que ao fundo do túnel há forçosamente uma luz à minha espera, e que por muito que eu de vez e quando me deixe ficar na escuridão há um dia em que me farto e saio de cabeça erguida. Às vezes demora mais outras menos... o que me preocupa é o desgaste que fica com o meu rasto...

sinto-me: Cansada...
publicado por soumaiseu às 11:10

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Sexta-feira, 7 de Julho de 2017

Ainda sobre o Baile de Finalistas...

Passei 4 anos da minha vida a "conviver" com as mães dos colegas da minha filha. E usei aspas de propósito porque com algumas a "convivência" não passava de um "Olá, bom dia! Tudo bem?", às vezes lá perguntávamos pelos testes. "Então João, o teste? Então Afonso? E a ti Rodrigo? E tu Leonor?". Quando se têm uma filha que não quer ir a todas as festas de aniversário dos colegas não é fácil... Com algumas mães a coisas proporcionou-se muito mais próxima. Algumas eu já conhecia da pré-escola, umas passaram-me completa e totalmente ao lado, outras nem tanto. Mas voltando ao Baile. Ao concordar com o evento vi-me evolvida num grupo de mães elétricas, cheias de amor pelos seus rebentos, prontas para dar mais do que o litro. O Whatsapp não parava de telintar. Às vezes quando ia ver era só um "Bom dia" cheio de Imoji's sorridentes e bem dispostos. As que eu não conhecia tão bem revelaram-se pessoas muito especiais. Mães "muita malucas" como elas próprias se definiram. Gente que se uniu em prol de um objetivo comum: fazer sorrir os nossos filhos. Os miúdos vão ser separados. O grosso deles vão todos para a mesma escola mas ainda assim serão colocados em turmas diferentes. Seja como for a união que as mães estabeleceram entre elas já alastrou aos petizes. A Rita criou "Os fixes", um grupo no Whatsapp com todos os colegas de turma. Atrás dela outros grupos foram criados por outros colegas. O meu Whasapp acalmou com a "telintadeira" mas o da minha filha está ao rubro... Mães, a maioria de vocês não sabe da existência deste blog e por isso não lerá as minhas palavras, ainda assim deixem-me dizer-vos que foi um enorme prazer  privar com vocês. Mais do que 5 estrelas vocês são todo o céu estrelado e é para mim um orgulho pode fazer parte desse mesmo céu. Por tudo o que fizemos pelos nossos filhos e  a todas nós: um muito obrigada! 

sinto-me: Orgulhosa de nós!
publicado por soumaiseu às 10:38

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Sexta-feira, 16 de Junho de 2017

Procissão de Santo António de Lisboa

A primeira vez que lá fui estava ainda solteira e fui com os meus pais. Com o ceticismo próprio da idade e a arrogância de quem se afirma de mal com Deus acabei por testemunhar o famoso Milagre do Sol. Os meus alicerces foram atacados e nunca mais me esqueci do que vi. Quis voltar muitas vezes mas só este ano consegui. Quis mostrar o Milagre à petiz mas nada vimos. Regressámos cabisbaixas. Ela porque não viu e eu porque não lhe consegui mostrar o que pretendia. Descobri entretanto que há sítios específicos para visualizar o dito. E o mar de gente que se junta, entre turistas, curiosos e crentes é uma coisa abismal...

- Voltamos para o ano meu amor?

- Sim, Mama, pode ser que para o ano o santo António esteja mais bem disposto...

E é isto. Com ou sem milagre para o ano voltamos, se Deus Quiser...

IMG_20170613_164033.jpg

sinto-me: crente....
publicado por soumaiseu às 12:29

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Terça-feira, 2 de Maio de 2017

A minha menina...

... está a espigar! Os 10 anos de idade trouxeram-lhe um corpo mais esguio, cada vez menos acriançado e cada vez mais adolescente. Está a crescer debaixo do meu nariz, a malandra! E eu estou novamente presa naquele ter de abrir a mão querendo mantê-la fechada... Ai Jesus! 

sinto-me: Sei lá...
publicado por soumaiseu às 18:26

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Quarta-feira, 26 de Abril de 2017

O mendigo.

Por cá temos um novo habitante. Montou o estaminé debaixo de uma ponte aqui perto. Tem uma mão cheia de cães, de vários portes e feitios, mas todos eles arraçados de Pitbull. O que para já não me assusta. Aqui há tempos cruzei-me com ele à porta do supermercado onde costuma estar a pedir. Meti-me com os cães, fiz-lhe festas. Contou-me que os apanha na rua quando são abandonados. São animais dóceis, meigos, e incrivelmente bem tratados. Pelo menos aparentemente.  Não lhe dei esmola e ele também não ma pediu. Passado algum tempo cruzou-se comigo nas ruas da vila, deu-me os bons dias de forma muito educada "Bom dia minha senhora, como está?" Quem estava comigo, curiosamente um elemento do nosso rancho, perguntou-me logo "A São conhece? Tem tão mau aspeto!" E é isto que me preocupa, o preconceito do povo daqui, povo que vai a Missa se calhar todos os dias mas que não tem compaixão do próximo nem é capaz de um ato de caridade. Hoje apanhei uma senhora a correr com ele da porta do supermercado. E o único argumento que o mendigo usava era "Eu não faço mal a ninguém", sempre de uma forma educada e sem levantar a voz. Lá dentro mais outra, instigada pela primeira que entretanto tinha já feito as suas compras, dizia que no outro dia o tinha ouvido dizer para o ar "Quero ver quem é que hoje não me dá de comer!" Todos nós temos os nossos dias.  Não sou apologista que se sustente este tipo de gente e que se fomente este tipo de vivência, nem sequer sou pessoa de dar esmolas, mas também não é preciso escarnecer deles. Muitas das vezes por detrás desta gente que tanto assusta as beatas locais há historias impressionantes de sofrimento e dor, e nem sempre droga ou vícios ingratos. Quem somos nós para julgar os outros?

sinto-me:
publicado por soumaiseu às 11:36

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Segunda-feira, 17 de Abril de 2017

De volta...

Estive ausente. Muito ausente. Estes foram dias muitíssimo complicados. Quinta-feira Santa, quando devia estar em modo de absorção pré-clímax de Páscoa, eis que rebenta uma discussão entre mim e a minha mãe. Feia. Muito feia. Muito grave. Perdi a noção das palavras, das atitudes, da compostura. Desnorteei-me. Perdi-me. Deixei-me levar. E foi a minha filha quem me chamou à razão quando me senti presa por uns braços de criança que tentavam segurar-me e manter-me com os pés assentes na terra. É triste que isto possa acontecer entre mãe e filha. Porque o respeito é fundamental, e quando uma mãe não respeita a sua própria filha nada mais importa. Esta foi a pior Páscoa que tive até agora. Porque percebi o quanto estão ténues os limites da minha sanidade mental. Não estivesse em casa a minha filha e eu não sei como é que tudo acabaria porque o meu desespero, o meu descontrole foi grande. Percebi em mim uma fragilidade que não conhecia, e por isso a partir de hoje passará a haver no meu blog mais uma rubrica em forma de cartas, dedicada à minha filha, que não me lerá, para já, mas que poderá fazê-lo mais tarde, se assim o entender. Porque me sinto capaz de quebrar a qualquer momento. Pedaços de mim. Pedaços daquilo que sou. Pedaços daquilo que gostaria que ela fosse... palavras que não quero que se percam com o meu próximo ataque de loucura. 

sinto-me: Em baixo....
publicado por soumaiseu às 11:28

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Quinta-feira, 30 de Março de 2017

On a diet...

O peso é uma coisa tramada. A nossa mente também. Quando os meus pais estiveram cá em casa eu emagreci e dei Graças a Deus por isso. Com o meu sogro eu engordo. E porquê? Comer é um ato social e em consequência disso eu dou comigo a imitar os comportamentos alimentares do Indiana Jones. Dei por mim a petiscar pão, beber água e comer fruta após as refeições, o que é deveras irritante porque nem estes nem outros hábitos igualmente nefastos faziam parte da minha maneira de estar à mesa. Resultado, na consulta da asma a médica reparou numa série de coisas graves: o resultado dos meus testes de função respiratória foi mau comparativamente com os últimos resultados o que se traduz num agravamento considerável da minha asma; a minha tensão arterial oscila entre o normal e o alto conforme o "apetite" e o meu peso está a dar cabo de mim e a afetar todo o meu organismo, são as articulações, é a coluna, é o esgotamento físico... Fui encaminhada para a consulta de nutrição do Hospital e estive hoje com o médico, um rapaz novo, "fresquinho", ainda com todos os conhecimentos muito presentes na cabeça, e por isso hoje a coisa tornou-se oficial: I'm on a diet. Dentro de 2 meses tenho nova consulta e até lá é suposto eu mudar e ganhar uma série de hábitos, cumprir uma série de regras, e perder entre 3 a 5 quilos. Uma coisa que eu noto de diferente em mim é que não estou com aquela pica, com aquele entusiasmo que me é tão frequente quando começo uma dieta. Estou calma. Mais decidida do que motivada em fazer as coisas de modo certo, devagar e lentamente. Um passo de cada vez. Vou dando notícias...

sinto-me: De boca fechada... LOL
publicado por soumaiseu às 20:51

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Quarta-feira, 22 de Março de 2017

Nostalgia em Ritanhês...

A petiz está quase a fazer 10 anos. Uma década de vida. Olho para trás e tenho saudades. Da barriga gigante, do dia em que a vi pela primeira vez, das lágrimas que deixei sair com orgulho porque aquela era a bebe mais perfeita e linda que eu já tinha visto na minha vida. Dos primeiros passos, da primeira palavra, do primeiro sorriso. Estamos quase nos 10 anos e tenho saudades desse bebe, das horas de sono perdidas durante a noite, do "Vamos fazer um Ó-o? Quem faz Ó-ó primeiro a Ritinha ou o Azul?", "A mamã, o Azui nã..." Saudades do ar de criança pequena que se vai perdendo com o passar dos anos. Saudades dos famosos "colhacos" (caracóis de cabelo em Ritanhês), do "Ritinha teim colhacos, Mamã teim colhacos, Papá num teim colhacos..."  e do olhar de censura das pessoas que não sabendo do contexto destas palavras olhavam para nós de lado. Saudades meu amor! De ti, do que foste, e já do que és, porque sei que a partir de agora é sempre a crescer, "a vida é sempre a perder"... Num piscar de olhos serás já uma mulher. E eu estarei morta de saudades... 

sinto-me: Nostálgica
publicado por soumaiseu às 10:43

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Segunda-feira, 20 de Março de 2017

Quando...

... me perguntam como aguento, como suporto esta situação, como é que eu consigo fazer certas e determinadas coisas. Quando me dizem "que forte tu és, que fibra tu tens, que mulher rija tu me saíste"... Digo-vos que não sou nem menos nem mais do que os outros. Só eu sei a dificuldade com que me mantenho de pé.  Só eu sei o esforço que faço para não ceder à tentação de me deixar cair prostrada e me deixar ir com a corrente. Só eu sei as lágrimas que engulo e as vezes que fecho os olhos e calo a minha voz para que ninguém perceba em mim a vontade terrível que tenho de chorar. Para que ninguém me adivinhe a voz em soluço e a garganta apertada. Só eu sei como ando, como me sinto, como me vou mantendo à tona e o quanto isso me custa e me desgasta. Pura teimosia. É esse o meu segredo. Teimosia em não me permitir ceder e em me forçar a manter de pé. Como as árvores. Ainda que por dentro se adivinhe um tronco oco...

sinto-me: Murcha...
publicado por soumaiseu às 12:06

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